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Uma Embosca Cinematográfica Na Manhã Desta Terça-feira (30/03), Em Meio à Pista Da Rodovia Ba-290 Na Saída Da Cidade De Itanhém, Resultou Na Morte Do Sargento

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Uma Embosca Cinematográfica Na Manhã Desta Terça-feira (30/03), Em Meio à Pista Da Rodovia Ba-290 Na Saída Da Cidade De Itanhém, Resultou Na Morte Do Sargento

Postado em 04/04/2010 às 09:26 por Usuário Deletado - aprovado por Salin - Enviar por E-mail
Uma embosca cinematográfica na manhã desta terça-feira (30/03), em meio à pista da rodovia BA-290 na saída da cidade de Itanhém, resultou na morte do sargento aposentado da Polícia Militar, Antônio Carlos Borges da Silva, o “Sargento Borges”, abatido com um tiro de escopeta na cabeça e no atentado contra o soldado da ativa da Polícia Militar, cujo nome de guerra é “Pinheiro” e que foi internado no Hospital Municipal de Teixeira de Freitas. O soldado “Pinheiro” estava fazendo segurança para o “Sargento Borges” que teria ido para Itanhém, ser ouvido pelo delegado Jorge Nascimento por causa de um atentado a tiros que sofreu em janeiro passado, na Cachoeira da Catabriga na região do distrito de Ibirajá, no município de Itanhém, quando alvejaram o seu carro a tiros, e por esta razão, estava andando com segurança e morando fora da região. O sargento Borges ainda era denunciado pelo Ministério Público de ter sido o pistoleiro que matou o fazendeiro Luiz de Jesus Tomaz São Leão, o “Luiz São Leão”, 75 anos, morto com um tiro de escopeta no interior da sua propriedade rural localizada no município de Itanhém, em 31 de outubro de 2007. Na saída da cidade o “Sargento Borges” com o soldado “Pinheiro”, a bordo de um Volkswagen Crossfox, cor Preta, foram abalroados por um caminhão, modelo 1113, cor azul, e um segundo caminhão modelo 1113, cor branca, que vinha de frente e ajudou a fechar o carro. Após achatar o veículo da vítima, os homens desceram dos dois caminhões e executaram o “Sargento Borges”, com um tiro de escopeta no pescoço que lhe separou a cabeça do corpo. E para não deixar testemunhas, eles dispararam três tiros certeiros no soldado Pinheiro, que ainda conseguiu fugir em direção ao matagal, onde caiu com vida, apenas com três tiros de raspão na cabeça e na boca contudo, para os matadores ele também estaria morto. Ainda na manhã do crime em Itanhém, um vereador da cidade, foi preso e agredido ao desentendera com policiais militares, que trata-se do vereador pelo PP, Juarez Borges São Leão, 52 anos, filho do fazendeiro assassinado em 2007, e um outro vereador, Delzivan da Silva Gomes, 35 anos (PSB), que acompanhava o colega no momento e terminou também sendo espancado. O vereador Juarez foi hospitalizado em Teixeira de Freitas por causa das agressões sofridas e na manhã de quinta-feira (01/04) seguinte ao crime, o vereador teve alta e foi preso acusado de ter sido o mandante e de ter participado pessoalmente da emboscada fatal. No final da tarde da mesma terça-feira (30/03), um homem apontado como executor do “Sargento Borges”, e outro que supostamente estava lhe dando fuga foram mortos nas proximidades do distrito de São José (Frango Assado), no município de Itanhém, na divisa com o território de Vereda, sentido cidade de Jucuruçu. Um dos homens mortos, trata-se de Gilberto Neres dos Santos, o “Branquinho”, 40 anos, que trabalhava com transporte irregular de pessoas em Itanhém e que estaria fazendo o transporte do suposto pistoleiro. O segundo homem encontrado morto, ainda não foi identificado e poderá ser oriundo do norte da Bahia. Entenda o caso No dia 21 de fevereiro de 2008, o Ministério Público da comarca de Itanhém, denunciou oficialmente na justiça, os irmãos Márcio Sena Santos e Kássio Sena Santos, filhos do fazendeiro Zenon Silva Santos, além do policial militar aposentado Antônio Carlos Borges da Silva, o “Sargento Borges”, e o pistoleiro identificado por Gilmar, como acusados principais pela a autoria da morte do conhecido fazendeiro de Itanhém, Luiz de Jesus Tomaz São Leão, o “Luiz São Leão”, 75 anos, abatido com 13 perfurações no tórax em conseqüência de um tiro de escopeta que recebera após seqüestro, ocorrido no interior da sua propriedade rural localizada no município de Itanhém, em 31 de outubro de 2007. Inicialmente os acusados tiveram suas prisões provisórias decretadas pela juíza Raquel Ramires, substituta da comarca de Itanhém, atendendo um pedido da Polícia Civil, no entanto, 21 dias depois, a mesma juíza revogou o decreto, e os irmãos Márcio e Késsio Sena Santos se apresentaram à Polícia Civil em Teixeira de Freitas. Mas não convencido das declarações dos suspeitos, o delegado da época, Nélis Araújo voltou a solicitar suas prisões na justiça, sendo desta feita, pedido de mandado de prisão preventiva. E no dia 7 de novembro de 2007, o novo juiz substituto na ocasião da comarca de Itanhém, Humberto Marçal atendeu o pedido do delegado e decretou a prisão preventiva dos envolvidos na morte do fazendeiro Luiz São Leão. Mesmo com prisões decretadas, depois de três meses foragidos, os irmãos Márcio e Késsio se apresentaram ao delegado coordenador Nélis Araújo na tarde do dia 7 de fevereiro e receberam voz de prisão. A vítima era um dos maiores produtores rurais do município e patriarca da família São Leão, em Itanhém, executado por volta das 12h30min de quarta-feira do dia 31 de outubro de 2007. Conforme os autos, no momento do crime, o fazendeiro estava junto com outros quatro trabalhadores na sua roça aguardando o almoço, quando teria aparecido um automóvel Volkswagem Gol conduzido pelo “Sargento Borges”, que acompanhado de outros três indivíduos, teriam raptado Luiz São Leão, o colocando no porta-malas do veículo, seguindo em direção a uma outra fazenda próxima, momento em que um dos filhos do aposentado, que levava o almoço, ainda pôde presenciar a cena de seqüestro do seu pai. Alguns minutos após se ouviu alguns disparos de arma de fogo vindo de dentro do mato. O filho voltou para a sede da fazenda para chamar os outros irmãos, que juntos passaram a procurar o pai. Luiz São Leão, de 75 anos, não foi encontrado. A família pediu ajuda para outras pessoas, que depois de mais de 8 horas de busca conseguiram encontrar o corpo alvejado com mais de 13 perfurações. Próximo ao corpo fora encontrada uma cápsula de escopeta calibre 12 e marcas de rajada de balas nas árvores. Antes, 90 dias do seu assassinato, Luiz São Leão vinha sofrendo ameaças de morte, o que fez com que ele procurasse o major Aílton Batista (em memória), da 44ª Companhia de Medeiros Neto, o antigo juiz de Itanhém, Eduardo Padilha, o Ministério Público, a Delegacia, o comando do Pelotão da Polícia Militar local para denunciar o caso, mas mesmo assim, seu assassinato não foi evitado. O motivo do homicídio teria sido um problema por causa de divisa de terras que já durava mais de 20 anos, envolvendo a família da vítima e o fazendeiro Zenon da Silva Santos, apontado pelo Ministério Público como mandante do crime. Naquela ocasião do assassinato a Polícia Civil se deslocou até a sede da fazenda dos acusados e lá apreenderam uma escopeta, um rifle calibre 22 e um revólver calibre 38, assim como 21 cartuchos de calibre 12, carregados.

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2 Comentários




  • Argus Wolf  Usuário Offline ( 04/04/2010 às 23:23 )
    Acho q esse velho de bigode, se não morreu ainda, é carta marcada. Matar PMs não é bom negÃcio, não.

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  • KillJoy Usuário Offline KillJoy ( 04/04/2010 às 13:38 )
    isso sim é descrição dos fatos......... very good

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