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Descolamento Prematuro Da Placenta - Sinais, Sintomas E Tratamento Da Doença

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Descolamento Prematuro Da Placenta - Sinais, Sintomas E Tratamento Da Doença

Postado em 17/04/2009 às 14:52 por Cabuloso.com - aprovado por Cabuloso.com - Enviar por E-mail
O que é Descolamento Prematuro da Placenta? Descolamento prematuro da placenta é uma patologia obstétrica em que ocorre separação inopinada, intempestiva e prematura da placenta, normalmente inserta após a vigésima ou vigésima primeira semana de gestação. Gera alterações fisiopatológicas uterinas, decoagulação, renais e hipofisárias. Requer conduta medicamentosa e obstétrica. Conceitos básicos é a separação intenpestiva da placenta implantada no corpo do útero, antes do nascimento do feto em gestação de 20 ou mais semanas completas Ocorre em cerca de 0,5 a 305 porcento das gestações é uma das complicações mais graves da prenhez, responsável por 15 a 25 porcento de todas as mortes perinatais é mais comum em mulheres: De paridade elevada Nas menores de 20 anos E naquelas com história de acidente em gravidez anterior (aumento em 10 vezes) Modalidades anátomo-clínicas do DPP Hematoma retroplacentário - hemorragia oculta sem sangramento externo Hemorragia externa Havendo solução de continuidade nas membranas, o sangue materno pode derramar-se na cavidade amniótica, configurando o hemoâmnio Prolapso de placenta - o hematoma retroplacentário descolou as membranas Etiologia Não pode ser claramente definida Trata-se de uma doença da decídua e dos vasos uterinos Causas relacionadas: Hipertensão Toxemia Fatores mecânicos: Traumatismos diretos sobre o útero Brevidade do cordão Torção do útero gravídico Retração uterina intensa após esvaziamento polidrâmnio ou expulsão do primeiro feto de prenhez múltipla Hipertensão da veia cava inferior por compressão uterina Tabagismo Anemia Desnutrição na gravidez Patologia Alterações uteroplacentárias Quando mais da metade da placenta encontra-se descolada é inevitável a morte fetal Há formação do hematoma retroplacentário, que só será eliminado após o parto Em 80 porcento dos casos há hemorragia externa As hemorragias retoplacentárias podem raramente determinar prolapso de útero Nos 20 porcento restante o sangue permanece oculto configurando a hemorragia oculta Em 10 a 20 porcento dos casos de DPP na grande hemorragia oculta: As hemácias e o soro provenientes do coágulo retroplacentário são impulsionados através do miométrio Há a dissociação do sistema de miofibrilas caracterizando o quadro de apoplexia uteroplacentária ou útero de Couvelaire A atonia uterina que se observa no pós-parto é, em grande parte proveniente desse acometimento da estrutura miometrial O exame da placenta, pela sua face materna, averigua a cratera patognomônica do DPP Alterações renais O DPP é a causa mais comum de necrose córtico-renal bilateral aguda na prenhez Alterações da hemocoagulação A coagulação intravascular disseminada (CID) está presente em cerca de 10 porcento dos casos de DPP Quadro clínico O DPP se manifesta por dor intensa e súbita de intensidade variável Dependendo do vulto da hemorragia pode se seguir um quadro anêmico Próprio do início do DPP é o pulso paradoxal de Boero Pode levar a erros na interpretação da gravidade da hemorragia A existência de hematoma retroplacentário irrita o miométrio que se apresenta hipertônico Á palpação o útero revela grande tensão da parede As contrações não podem ser percebida à palpação A presença destes fatores adversos à vitalidade fetal, promovem: Diminuição da superfície de troca placentária Hipertonia uterina Hipotensão arterial Deflagra sinais de sofrimento agudo co concepto O toque no início do DPP mostra: Colo imaturo e longo e com dilatação mínima A bolsa das águas está tensa, pela hipertonia uterina, a cervicodilatação pode completar-se com rapidez A expulsão fetal costuma ocorrer com a mesma celeridade A placenta é expelida logo em seguida e demonstra cratera característica é de observação corrente o parto em alude: Feto, placenta e páreas expulsos em turbilhão, com o respectivo coágulo O desenvolvimento do quadro do DPP é gradual e se faz em algumas horas Classificação Grau I - leve A hemorragia anteparto é de causa incerta A paciente não refere dor, sendo o diagnóstico retrospectivo, pelo exame anátomo-patológico da placenta que revela o hematoma Grau II - intermediário O diagnóstico é baseado nos sinais clássicos de DPP: Hipertonia uterina O concepto ainda está vivo Grau III - grave Já ocorreu o óbito fetal Diagnóstico A sintomatologia é inconfundível Deve ser afastada a presença de placenta prévia US Um dos conceitos mais importantes da investigação por imagem é a observação do complexo hipoecóico retroplacentário Este complexo é composto por vasos uteroplacentários e miométrio que jamais deve exceder a 1-2 cm de espessura Prognóstico materno A mortalidade materna chega a atingir 3 porcento dos casos Prognóstico fetal é mais grave que o materno, ocorrendo em 90 porcento dos casos Tratamento O tratamento obstétrico, estando o concepto vivo é a cirurgia cesariana Presente o DPP com coagulopatia e feto morto, deve-se: Acelerar o parto vaginal Regularizar a volemia Realizar o tratamento cirúrgico na inércia uterina A histerectomia e ligadura de vasos hipogástricos podem ser indispensáveis no útero de Couvelaire.

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