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Febre Maculosa - Sinais, Sintomas E Tratamento Da Doença

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Febre Maculosa - Sinais, Sintomas E Tratamento Da Doença

Postado em 12/03/2009 às 08:31 por Cabuloso.com - aprovado por Cabuloso.com - Enviar por E-mail
O que é Vírus da Febre maculosa? A febre maculosa pode ser muito difícil de diagnosticar em seus estágios iniciais, mesmo por médicos experientes que estejam familiarizados com a doença. Os pacientes infectados com a R. rickettsii geralmente procuram um médico na primeira semana de sua doença, depois de um período de incubação de aproximadamente 5 a 10 dias após a mordida do carrapato. A apresentação clínica inicial da febre maculosa não é específica e pode assemelhar-se a uma variedade de outras doenças, infecciosas ou não. Os sintomas iniciais podem incluir: * febre * náusea * vômitos * dor de cabeça severa * dores musculares * falta de apetite Com a evolução da doença, sinais e sintomas podem incluir: * exantema petequial * dor abdominal * dores articulares * diarréia A tríade clássica de achados é: febre, exantema e história de mordida de carrapato. Entretanto, esta combinação freqüentemente não é identificada quando o paciente procura os cuidados médicos pela primeira vez. Exantema aparece em 2 a 5 dias após o início da febre e não está freqüentemente presente, podendo ser muito sutil quando o paciente é visto inicialmente por um médico. Os pacientes mais jovens geralmente desenvolvem este exantema mais cedo do que os pacientes mais velhos. O exantema mais freqüentemente começa como pequenas manchas puntiformes, lisas, rosadas, não pruriginosos (máculas) nos pulsos, antebraços, e tornozelos. Estes pontos se tornam pálidos quando pressão é aplicada e, mais tarde, se tornam elevados na pele. O exantema vermelho e manchado (petequial) característico da febre maculosa geralmente não é visto até o sexto dia, ou mesmo mais tarde, após o início dos sintomas. Este tipo de exantema ocorre somente em 35% a 60% dos pacientes com febre maculosa. O exantema envolve as palmas das mãos ou as solas dos pés em 50% a 80% dos pacientes; entretanto, esta distribuição pode não ocorrer até mais tarde no curso da doença. Até 10% a 15% dos pacientes podem nunca desenvolver um exantema. Os achados laboratoriais anormais vistos nos pacientes com febre maculosa podem incluir trombocitopenia, hiponatremia ou elevação das enzimas hepáticas. A febre maculosa pode ser uma doença muito grave e os pacientes freqüentemente necessitam de hospitalização. Como a R. rickettsii infecta as células que revestem os vasos sanguíneos em todo o corpo, as manifestações severas desta doença podem envolver o sistema respiratório, o sistema nervoso central, o sistema gastrointestinal ou o sistema renal. São exemplos de complicações associadas à febre maculosa: miocardite, insuficiência respiratória grave, insuficiência renal aguda e sépsis. Os fatores do hospedeiro associados com febre maculosa grave ou fatal incluem idade avançada, o sexo masculino, raça negra, o abuso crônico de álcool e a deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD). A deficiência de G6PD é uma condição genética ligada ao sexo que afeta aproximadamente 12% da população masculina negra dos Estados Unidos; a deficiência desta enzima é associada com uma proporção elevada de casos graves de febre maculosa. Este é um curso clínico raro, freqüentemente fatal dentro de 5 dias do início da doença. Os problemas de saúde de longo prazo que seguem a infecção aguda pela febre maculosa incluem a paralisia parcial das pernas; gangrena que requer a amputação dos dedos das mãos ou dos pés, braços ou pernas; perda da audição; perda do controle esfincteriano intestinal ou da bexiga; desordens motoras e desordens da fala. Estas complicações são mais freqüentes nas pessoas que se recuperam da doença grave, potencialmente fatal, freqüentemente após longos períodos de hospitalização. Tratamento O tratamento antibiótico apropriado deve ser iniciado imediatamente quando há uma suspeita de febre maculosa baseada nos achados clínicos e epidemiológicos. O tratamento não deve ser retardado até que a confirmação laboratorial seja obtida. Se o paciente for tratado dentro dos primeiros 4 a 5 dias de doença, a febre melhora geralmente dentro de 24 a 72 horas após tratamento com um antibiótico apropriado (geralmente uma tetraciclina). De fato, falha na resposta a uma tetraciclina fala contra um diagnóstico de febre maculosa. Os pacientes severamente doentes podem requerer períodos mais longos antes que sua febre melhore, particularmente se experimentaram lesões aos múltiplos sistemas orgânicos. Tratamento preventivo não é recomendado para os pacientes mordidos recentemente por carrapato e que não estejam doentes; isto pode, de fato, apenas atrasar o início da doença. Doxiciclina é a droga de escolha para pacientes com febre maculosa e a terapia é continuada até pelo menos 3 dias após a melhora da febre e até que haja evidência inequívoca de melhora clínica, geralmente por um tempo total mínimo de 5 a 10 dias. A doença severa ou complicada pode requerer um curso mais longo de tratamento. Doxiciclina é também a droga preferida para pacientes com erliquiose, uma outra infecção transmitida por carrapato, com sinais e sintomas que podem se assemelhar aos da febre maculosa. O cloranfenicol é uma droga alternativa que pode ser usada para tratar febre maculosa; entretanto, esta droga pode estar associada com uma grande variedade de efeitos colaterais, requerendo monitoração hematológica cuidadosa.

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