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Obesidade - Como Combater A Obesidade

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Obesidade - Como Combater A Obesidade

Postado em 18/06/2009 às 12:21 por Cabuloso.com - aprovado por Cabuloso.com - Enviar por E-mail

Obesidade, nediez ou pimelose (tecnicamente, do grego pimelÄ“ = gordura e ose = processo mórbido) é uma doença na qual a reserva natural de gordura aumenta até o ponto em que passa a estar associada a certos problemas de saúde ou ao aumento da taxa de mortalidade. Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, é vista, cada vez mais, como um sério e crescente problema de saúde pública: o excesso de peso predispõe o organismo a uma série de doenças, em particular doença cardiovascular, diabetes mellitus tipo 2, apnéia do sono e osteoartrite. Classificação A obesidade pode ser definida em termos absolutos e relativos. Na prática, a obesidade é avaliada em termos absolutos pelo IMC (índice de massa corporal) e também pela sua distribuição na circunferência da cintura ou pela razão entre as circunferências da cintura e do quadril. Além disso, a presença de obesidade deve ser avaliada enquanto fator de risco cardiovascular e outras condições médicas que podem aumentar o risco de complicações. Diagnóstico Atualmente a obesidade é definida pelo cálculo do índice de massa corporal (IMC) – veja tabela acima. Um IMC de 30 ou mais define obesidade. Pessoas que concentram a maior parte de seu peso ao redor da cintura têm um risco maior de doença do coração e de diabete que as pessoas com quadris largos e coxas grossas. A gordura corporal também pode ser calculada usando um paquímetro, um instrumento que mede a dobra da pele. Prevenção Para prevenir a obesidade e manter um peso corporal saudável ao longo da vida, faça uma dieta sensata e pratique exercícios regularmente. Prevenir a obesidade é importante porque depois que as células gordurosas se multiplicaram, elas não irão desaparecer espontaneamente. Existem cinco recomendações para o tratamento clínico da obesidade: * Pessoas com IMC acima de 30 devem ser iniciadas num programa de dieta de redução calórica, exercício e outras intervenções comportamentais e estabelecer objetivos realistas de perda de peso. * Se os objetivos não forem alcançados, terapia farmacêutica pode ser oferecida. O paciente deve ser informado da possibilidade de efeitos colaterais e da inexistência de dados sobre a segurança e eficácia de tais medicamentos no longo prazo. * Terapia farmacêutica pode incluir sibutramina, orlistat, fentermina, dietilpropiona, fluoxetina e bupropiona. Para casos mais severos de obesidade, medicamentos mais * fortes como anfetaminas e metanfetaminas podem ser usadas seletivamente(somente após consulta prévia ao seu medico responsável) * Pacientes com IMC acima de 40 que não alcançam seus objetivos de perda de peso (com ou sem medicamentos) e que desenvolvem outras condições derivadas da obesidade, podem receber indicação para realizarem cirurgia bariátrica. O paciente deve ser informado dos riscos e potenciais complicações. * Nesses casos, a cirurgia deve ser realizada em centros que realizam grande número desses procedimentos já que as evidências indicam que pacientes de cirurgiões que os realizam com freqüência tendem a ter menos complicações no pós-cirúrgico. Algumas situações que levam o corpo a ficar obeso são: * Dietas, ou melhor más dietas. Cerca de 70 a 80 % das dietas que por aí circulam, são más dietas. Ou seja, são mais prejudiciais do que benéficas. Os resultados costumam ser 2 a 5 quilos a mais, ao fim de 6 meses a 1 ano; Depressões; Maior susceptibilidade e variações de humor; Problemas hormonais ou orgânicos passados alguns anos e outras situações. Não pense que só porque agora se sente bem, você se vai sentir assim para o resto da vida. Os erros pagam-se, e pagam-se caro. Não agora, mas normalmente anos mais tarde quando já nos esquecemos destas coisas. * Má alimentação ou melhor uma alimentação errada. Come-se o que não se deve e não se come o que se deve. * Exercício físico. Pois é, se bem que o exercício físico seja excelente para a saúde, ele também pode ser bastante prejudicial se mal feito ou se acompanhado por uma dieta que não fornece os ingredientes necessários ao corpo. Cada vez mais a nossa alimentação é pobre em nutrientes essenciais mas ricas em pesticidas, fungicidas, herbicidas, e outros idas. Desta forma não nos estamos a alimentar mas sim a matar. (Compete a cada pessoa saber aquilo que deseja e lutar por aquilo que é melhor para si). * Existência de demasiadas substâncias tóxicas dentro do corpo. Se o corpo está intoxicado, ele não vai funcionar nas melhores condições e assim não pode impedir a obesidade de se instalar. * Existência de alterações hormonais que alteram o funcionamento do corpo e o levam à obesidade. * Problemas emocionais que alteram por completo todo o funcionamento orgânico. é sabido que os problemas emocionais alteram a química do cérebro e que é este que controla todo o funcionamento do corpo. Assim, de nada serve tentar emagrecer enquanto não se resolverem os problemas emocionais. * Mau funcionamento de alguns órgãos vitais o que impede a boa eliminação de toxinas, ou a queima das gorduras ou que alteram o metabolismo do corpo. Tratamento O principal tratamento para a obesidade é a redução da gordura corporal por meio de adequação da dieta e aumento do exercício físico. Programas de dieta e exercício produzem perda media de aproximadamente 8% da massa total (excluindo os que não concluem os programas). Nem todos ficam satisfeitos com esses resultados, mas até a perda de 5% da massa pode contribuir significativamente para a saúde. Mais difícil do que perder peso, é manter o peso reduzido. Entre oitenta e cinco e noventa e cinco por cento, daqueles que perdem 10% ou mais de sua massa corporal, recuperam todo o peso perdido em dois a cinco anos. O corpo tem sistemas que mantêm sua homeostase em certos pontos fixos, incluindo peso.

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